Psiquiatria da infância e adolescência
Avaliação detalhada da história da criança e da família, hipóteses diagnósticas e um plano de tratamento individualizado, considerando fatores genéticos e ambientais e a prevenção de complicações futuras.
Psiquiatria da infância e adolescência integrada à terapia cognitivo-comportamental, em Campinas e por telemedicina.
A professora pede para ler em voz alta.
“Vou errar e todo mundo vai rir de mim.”
Ansiedade, coração acelerado, mãos frias.
Pede para ir ao banheiro e evita a leitura.
Na terapia, a criança aprende a examinar esse pensamento: “Posso errar uma palavra. Isso não diz quem eu sou.”
Avaliação detalhada da história da criança e da família, hipóteses diagnósticas e um plano de tratamento individualizado, considerando fatores genéticos e ambientais e a prevenção de complicações futuras.
Um processo breve e focado em metas, com duração média de 12 a 24 sessões. Terapeuta e paciente trabalham juntos para modificar as crenças que mantêm os sintomas e desenvolver novas habilidades.
Abordagem estruturada para regulação emocional, tolerância ao sofrimento e relações interpessoais, indicada para adolescentes e adultos com emoções muito intensas.
Levantamos o histórico da criança: os problemas atuais, como começaram e o que os mantém.
Um encontro com o paciente, no ritmo dele, para entender como ele vive essas dificuldades.
Hipóteses diagnósticas e um plano individualizado, construído respeitando as preferências de cada família.
CRM 86.180
Psiquiatra e psiquiatra da infância e adolescência, com formação em terapia cognitiva e em DBT. Professora, supervisora e coordenadora científica do Centro de Terapia Cognitiva Veda.
Cada plano de tratamento é construído com a família, respeitando sempre as preferências de cada uma.
O atendimento psiquiátrico a crianças e adolescentes abrange o levantamento de um histórico detalhado dos problemas atuais da criança e do adolescente e da forma como estes se instalaram e vêm sendo mantidos.
A primeira avaliação é realizada com os pais, a fim de levantar detalhes do histórico da criança, seguida da avaliação da criança ou do adolescente.
O passo seguinte é levantar as hipóteses diagnósticas iniciais e elaborar um plano de tratamento individualizado, baseado na conceitualização da criança e da família, nos fatores de predisposição genéticos e ambientais e na prevenção de complicações futuras, respeitando sempre as preferências de cada família.
A terapia cognitiva parte do pressuposto de que não são as situações, mas a forma como percebemos as situações, que influencia nossos sentimentos e comportamentos.
Essas interpretações são pré-conscientes e automáticas, derivadas das crenças centrais que desenvolvemos ao longo da vida.
Durante a terapia, que é um processo breve e focado em metas (duração média de 12 a 24 sessões), terapeuta e paciente atuam de forma colaborativa para modificar as crenças centrais que contribuem para os sintomas emocionais e que impedem o paciente de atingir suas metas de vida, por meio de um plano de tratamento individualizado e da aquisição de novas habilidades que o paciente utilizará ao longo da vida.
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